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Conheça a mais nova sessão do site Pesquisa Psi, o blog "Linha Cética", mantido por Aurélio Moraes e supervisionado pelo Inter Psi, o blog tem a proposta de analisar alegações paranormais e sobrenaturais, dentro de uma linha científica e cética.
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Já está disponível o vídeo com o discurso presidencial do Dr. Dean Radin, proferido durante a Convenção Anual da Parapsychological Association de 2006, realizada em Estocolmo - Suécia. Baixe, assista, recomende, comente!
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(Escrito em 30 de Abril de 2002)
Por Wellington Zangari
Inter Psi / PUC-SP
Nas últimas semanas, por ocasião do quadro "Desafio
Paranormal", do Programa Fantástico, tenho recebido várias mensagens
inquirindo-me a respeito das posições ali expressas e pedindo para que eu me
posicionasse frente a elas. Aproveitei o ensejo para refletir, um pouco mais, a
respeito de certos conceitos e atitudes que, abaixo, espero tornar claras de
maneira resumida.
Uma das perguntas que me chegaram: "Vi apresentar-se uma pessoa
que se dizia cética. Mas o que ela disse é exatamente o que você sempre disse.
Então, você também é um cético?" Minha resposta: "Claro, sou um cientista!" Todo
cientista é (ou deve ser) um cético. Adotar a posição cética significa não
aceitar qualquer alegação de maneira apriorística. No caso específico de pessoas
que afirmam ser possuidoras de certa habilidade "paranormal", a atitude
científica é de não aceitar tal alegação sem demonstrações empíricas construídas
de maneira a se verificar, experimentalmente, se a alegação se sustenta ou não.
Nesse sentido, o que faz o mágico (canadense, não americano como o programa vive
a repetir) James "Amazing" Randi é exatamente o que fazemos nós, cientistas que
investigamos tais alegações.
F. Rivka Bertisch & Naúm Kliksberg (1990). Os cirurgiões psiquicos filipinos, fraude ou verdade?:
O caso de Emilio Laporga na Argentina. Revista Argentina de Pesquisa Paranormal, 1 (1), (pp. 35-40).
Traduzido do Espanhol por Vitor Moura ( Tambien disponible en Español )
RESUMO
O
efeito do "Dedo Laser", técnica terapêutica utilizada pelo cirurgião
psíquico filipino Emilio Laporga, a quem durante quatro oportunidades
visitou Argentina (Abril, Julio, Setembro e Novembro de 1989) consistiu
em tomar o dedo de qualquer pessoa que se encontre cerca dele e
colocá-lo a uns 15 ou 20 centímetros da pele do
paciente sem tocá-lo, prendendo fortemente seu dedo lhe dá um brusco
movimento paralelo à pele e imediatamente produz um corte, de dois
centímetros, substituindo assim a função do bisturi. Depois continua
com procedimentos curativos de duvidosa eficácia (que não são o objeto
de nossa investigação).
O
importante é que com este curioso efeito do "dedo laser," Emilio
Laporga impressionou aos pacientes e às autoridades médicas de
Argentina a tal ponto que em pleno shopping de Buenos Aires pôde
atender a centos de enfermos diariamente pagando até Ou$ 250 (dólares)
para ser atendidas, cifra atualmente significativa em nosso país e que
demonstra o entusiasmo e a fé que acordou o efeito do "dedo laser".
ZANGARI, W. . Estudos Psicológicos da Mediunidade: Uma breve revisão. In: 3º Seminário de Psicologia e Senso Religioso, 1999, São Paulo. Caderno do 3º Seminário de Psicologia e Senso Religioso. São Paulo: 3º Seminário de Psicologia e Senso Religioso, 1999. v. 1. p. 94-102. Wellington Zangari
A análise unilateral da mediunidade tem levado a interpretações muitas vezes parciais e, portanto, incompletas dessa realidade. Monique Augras (1983), por exemplo, critica a posição daqueles que buscaram compreender a mediunidade - ou possessão por espíritos - por um enfoque que excluísse os elementos culturais envolvidos no fenômeno. "Ocorre que os grupos culturais que propõem tais modelos de explicação psicológica são os mesmos que, escolhendo o caminho do racionalismo, por isso mesmo excluem a tentativa de compreender o que a possessão significa dentro do grupo cultural que acredita em sua realidade". E segue, propondo que essas explicações não sejam definitivas: "Achamos mais correto, por enquanto, ‘suspender nosso julgamento’, tal como propunha Oesterreich no fim do estudo sobre os ‘Possuídos’". (1983, p. 77) A prudência em suspender nosso julgamento frente a uma realidade pouco conhecida, ou aparentemente mal interpretada, não deve, pois, neutralizar nosso empenho em conhecê-la.
Texto escrito por Lígia Amorese Gallo e originalmente reproduzido no Jornal Infinito
Como humanos, temos sérias limitações físicas envolvendo nossos sentidos. Não vemos além de certa faixa de espectro luminoso, não ouvimos a partir de determinados tons, simplesmente nosso aparelho sensorial foi projetado para servir a uma mente habilidosa que vem se demonstrando apta a driblar tais deficiências a partir de outras capacidades natas apenas ao nosso gênero. Mesmo assim, a curiosidade quanto a como a natureza seria caso ouvíssemos além de nossa capacidade auditiva, ou víssemos mais cores além das do espectro visível, existe... e por vezes lança-nos na pesquisa e desenvolvimento de utensílios que nos permitam burlar e extrapolar tais limites.
por Ana Luiza Barbosa de Oliveira  em 01/06/02 Originalmente publicado em Projeto Ockham Introdução
O termo radioestesia (ou em inglês, dowsing) vem do latim radius, radiações, e do grego aesthesis, sensibilidade, ou seja, radioestesia significa literalmente sensibilidade a radiações.
Os chamados radioestesistas alegam ser capazes de captar radiações de diversas origens, incluindo objetos inanimados (águas subterrâneas, metais preciosos,etc), seres vivos (pessoas e seus órgãos internos), e até mesmo de espíritos. Mais que isso, alegam também poder analisar estas radiações, de forma a atribuir-lhes uma qualidade positiva (benéfica) ou negativa (prejudicial).
Vera Lúcia Barrionuevo[*]
Resumo
Este trabalho pretende reportar-se à
luta feminina no sentido de validar sua influência junto
à comunidade Ibero-americana de Parapsicologia; mais
especialmente, junto à comunidade brasileira, com exemplos
de mulheres cujo trabalho foi precursor, na maioria das vezes,
dentro da própria Parapsicologia; outras vezes, apenas
limítrofe à área. Pretende descrever o desafio
e a afirmação que representam sua presença e
contribuição neste campo, que, como o das demais
ciências, ainda é de predominância masculina.
Propõe-se. a levantar e reunir dados sobre as
experiências e feitos de algumas das pioneiras que a briram
as portas para o caminho que apresenta, hoje, menos
obstáculos ao reconhecimento de sua
participação. Propõe-se, também, a
evidenciar suas vitórias e enfatizar a importância de
seu papel, realçando os resultados positivos advindos do
trabalho em parceria de ambos os sexos. Os dados apresentados
tiveram como fonte de informação a literatura
internacional a respeito do assunto, bem como números
fornecidos por diversos Institutos de Ensino e Pesquisa Ibero -
americanos contemporâneos. Estes dados se referem aos
percentuais masculinos e femininos de integração aos
quadros técnicos e administrativos, bem como de novos
candidatos ao campo e levanta uma promissora hipótese de
pesquisa.
Morris, Robert L. & Watt, Caroline (1997) A investigação parapsicológica na cátedra koestler. Revista Argentina de Pesquisa Paranormal, Vol 8 (3) (pp 147-166) Traduzido do Espanhol por Vitor Moura. ( Tambien disponible en Español ) Fundação da CátedraQuando
o célebre escritor Arthur Koestler, e sua esposa Cynthia, faleceram em
1982, manifestaram seu desejo de fundar uma Cátedra de Parapsicologia
numa universidade britânica. A Cátedra foi eventualmente situada no
Departamento de Psicologia da Universidade de Edinburgo, e o Professor
Robert L. Morris se tornou seu titular para fins de 1985. Pouco tempo
depois, o Professor Morris contratou uma secretaria administrativa, a
Sra. Helen Sims, e três pesquisadores, a Dra. Deborah Delanoy,
Presidente da PA em 1994, Dra. Julie Milton e Dra. Caroline Watt. Nossa
causa oficial ante a Universidade foi flexível; a parapsicologia foi
definida como 'o estudo científico dos fenômenos paranormais, em
particular a presumível capacidade de algumas pessoas de interagir em
seu meio físico por outro meios que os canais sensório-motores
conhecidos.' Nossa causa extraoficial foi trabalhar sobre esta
definição para desenvolver um programa de investigação sistemático e
responsável. Este programa expõe os fundamentos que integram a
parapsicologia no ensino universitário e nas atividades de investigação
como um princípio básico. Se nos pediu, em breve, desenvolver uma
parapsicologia viável no futuro. O que segue é uma descrição de nossas
atividades de investigação, e a filosofia que nos sustenta.
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