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Conheça a mais nova sessão do site Pesquisa Psi, o blog "Linha Cética", mantido por Aurélio Moraes e supervisionado pelo Inter Psi, o blog tem a proposta de analisar alegações paranormais e sobrenaturais, dentro de uma linha científica e cética.
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Já está disponível o vídeo com o discurso presidencial do Dr. Dean Radin, proferido durante a Convenção Anual da Parapsychological Association de 2006, realizada em Estocolmo - Suécia. Baixe, assista, recomende, comente!
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Marcello Truzzi, publicado no The Zetetic Scholar, #12-13, 1987
Publicado em português no Ceticismo Aberto
Ao longo dos anos, tenho condenado o mau uso do termo "cético" quando usado para se referir a todos os críticos de alegações sobre anomalias. Infelizmente o termo tem sido abusado desta forma tanto por proponentes quanto por críticos do paranormal. Às vezes os usuários do termo distinguem entre os assim chamados céticos "leves" [soft] contra os céticos "duros" [hard], e eu reavivei em parte o termo "zetético" por causa deste mau uso. Mas agora penso que os problemas criados vão além de mera terminologia e a situação precisa ser passada a limpo. Uma vez que "ceticismo" corretamente se refere à dúvida em lugar da negação -- não-crença em lugar de crença -- críticos que tomam a posição negativa em lugar da agnóstica, mas ainda se chamam "céticos", são de fato pseudo-céticos e têm, creio eu, ganhado uma falsa vantagem usurpando esse rótulo.
Machado, F. R. (1997). A Questão da Nomenclaruta em Parapsicologia. Anuário Brasileiro de Parapsicologia, nº 2. Recife: IPPP.
Profa. Dra. Fátima Regina Machado
Este artigo visa levantar mais uma vez a questão da nomenclatura utilizada em Parapsicologia, principalmente entre os parapsicológos brasileiros. De forma alguma tem a pretensão de esgotar o tema, visto que este tem sido conteúdo de diversas discussões na área e apresenta-se bastante complexo. Este trabalho apenas revisa alguns termos importantes que são utilizados a nível internacional, chamando a atenção para a importância de atualização dos estudiosos em Parapsicologia sobre o que ocorre no campo a nível mundial e a necessidade de falarmos “a mesma língua”.
Nossa Torre de Babel
Curiosamente, ainda figura entre os principais problemas enfrentados pela Parapsicologia no Brasil, o desacôrdo sobre como denominar os fenômenos parapsicológicos. Estudiosos da Parapsicologia que atuam no país - infelizmente, em sua grande maioria, ainda apenas em relação a discussões teóricas e não em pesquisas de campo ou de laboratório - adotam terminologias diversas para designar um mesmo tipo de fenômeno, ou, mais rigorosamente, experiência psi. Isto provoca, em especial, dois contratempos: (a) confunde o público leigo que recebe informações diversas sobre a Parapsicologia, sem solidificar um conhecimento básico e atualizado sobre o assunto; (b) dificulta a comunicação entre os próprios parapsicólogos, que vez por outra não se entendem devido ao fato de não “falarem a mesma língua”, ainda que compartilhem do português como idioma pátrio. *
ZANGARI, W. (2001). O Estatudo Científico da Parapsicologia. Revista Virtual de Pesquisa Psi. São Paulo: Inter Psi. Wellington Zangari*
Este trabalho tem como objetivo discutir a cientificidade da Parapsicologia. Esta discussão se faz necessária, sobretudo pelo pouco tratamento do tema no meio acadêmico brasileiro. Serão apresentados os argumentos favoráveis e desfavoráveis à aceitação da Parapsicologia enquanto uma ciência, bem como o espaço social científico que tem conquistado desde sua fundação. Não se pretende fazer uma apresentação exaustiva da história dessa disciplina, mas uma história do embate político em torno de sua cientificidade. O campo de estudo da Parapsicologia: Procurando unicórnios? Em todas as culturas e em todas as épocas há relatos de pessoas que dizem ter tido sonhos relacionados a eventos futuros. Pessoas que afirmam ter a capacidade de contatar pessoas falecidas. Feiticeiros e curadores que sustentam poder atuar sobre a saúde de pessoas que se encontram a longas distâncias. Outras relatam ter visto, na presença de outras pessoas, objetos levitando ou queimando sem que ninguém lhes ateassem fogo. São ainda numerosos os casos de pessoas que dizem poder sair de seus corpos e, então, viajar para lugares distantes onde jamais haviam estado. Sem falar dos casos em que pessoas são vistas levitando a grandes alturas enquanto estão em uma espécie de êxtase religioso. Há casos, ainda de animais que, ao se perderem de seus donos em mudanças residenciais, aparecem, após meses, na nova casa da família, há muitas centenas de quilômetros de distância da anterior.
Texto escrito por Lígia Amorese Gallo e originalmente reproduzido no Jornal Infinito
Como humanos, temos sérias limitações físicas envolvendo nossos sentidos. Não vemos além de certa faixa de espectro luminoso, não ouvimos a partir de determinados tons, simplesmente nosso aparelho sensorial foi projetado para servir a uma mente habilidosa que vem se demonstrando apta a driblar tais deficiências a partir de outras capacidades natas apenas ao nosso gênero. Mesmo assim, a curiosidade quanto a como a natureza seria caso ouvíssemos além de nossa capacidade auditiva, ou víssemos mais cores além das do espectro visível, existe... e por vezes lança-nos na pesquisa e desenvolvimento de utensílios que nos permitam burlar e extrapolar tais limites.
Camargo, Mônica de (2005). Jung e a Pesquisa Psi. Boletim Virtual de Pesquisa Psi, vol 2.
Mônica de Camargo
Inter Psi / CENEP / COS / PUC-SP
monycamel@yahoo.com.br
Jung nasceu na Basiléia, Suiça. De origem humilde e filho de pastor luterano, desde sua infância Jung guardava interesses incomuns a garotos de sua idade, despontando para um caminho voltado ao auto-conhecimento e à pesquisa da natureza do psiquismo humano. Formou-se médico psiquiatra e foi discípulo de Freud, do qual separou-se após divergências teóricas. Seguindo suas próprias idéias em relação ao funcionamento do mundo mental formulou a Psicologia Analítica.
Jung valorizava o universo de acontecimentos interiores como a parte mais significativa da realidade, sendo este a fonte de seu maior interesse e o material a partir do qual formulou os conceitos da Psicologia Analítica. O conteúdo de suas vivências e das de seus pacientes demarcaram um campo de estudos e investigação que outros cientistas e teóricos do mundo mental não contemplavam.
Desde cedo, Jung entrou em contato com experiências de natureza parapsicológica, ou que até então não poderiam ser explicadas cientificamente. Embora imbuído de espírito científico, ele não descartou o material de sua experiência, rica em ocorrências de telepatia, clarividência, precognição e psicocinesia, pela impossibilidade da aceitação acadêmica imediata de tais fenômenos. Outrossim, despontou como um pesquisador destas questões, às quais lançou a luz da compreensão através dos fundamentos de sua Psicologia Analítica.
Barrionuevo, V. L. & Pallú, T. R. (2005).
A Ética em Parapsicologia. Revista Virtual de Pesquisa
Psi, 1.
Vera Lúcia Barrionuevo[1] e Tarcísio Roberto
Pallú[2]
Resumo O presente artigo aborda um dos mais profundos e
abrangentes motivos de preocupação do ser humano :as
fronteiras do respeito do indivíduo para com seu
próximo em sua tentativa de crescimento interno e
coexistência pessoal.A Parapsicologia, por seu
específico interesse no potencial da mente humana,
não prescinde de um enfoque particular no conjunto de normas
regedoras da atuação de seus profissionais: seu
código de ética.
Bergamin, Beatriz (2005). Psi e a Teoria de Jung. Boletim Virtual de Pesquisa Psi, vol 2.
Beatriz Bergamin
Inter Psi / CENEP / COS / PUC-SP
monycamel@yahoo.com.br
Os fenômenos psi são contemplados pela Psicologia Analítica como manifestações dos arquétipos do Inconsciente Coletivo. Chamados por Jung de eventos sincronísticos, obedecem não ao princípio de causalidade admitido em geral pela ciência, mas sim ao que ele denominou princípio de sincronicidade.
Jung não só admitiu a existência dos fenômenos dando-lhes nome, mas inseriu-os no corpo de sua teoria como o fez com os sonhos.
Sendo o principal discípulo de Freud, sua teoria baseia-se também no conceito de inconsciente. Também para ele a estrutura da psique compõe-se de conteúdos conscientes e inconscientes; no entanto, aqui o inconsciente não se resume a conteúdos individuais reprimidos ou esquecidos pela consciência, mas algo mais abrangente, que contém a memória de um passado ancestral, da consciência da humanidade através dos tempos. Foi preciso criar um novo conceito para o que entendia ser o inconsciente.
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